Planejamento Estratégico

Econômico

O primeiro será o terminal pesqueiro de Niterói que até hoje nunca foi inaugurado, e neste local poderíamos ter um mercado público aberto ao turismo e comércio, cuja característica será agregar a venda de pescados com a gastronomia rica que a atividade oferece como atrativo culinário, cultural e sócio econômico local. Por meio de "futuros investimentos" e ampliações concentramos o pescado no Estado, para realizarmos a exportação para todo o mundo.

Turístico

Em meio a este desastre ambiental, temos a problemática de pelo mesmos 3 questões relacionadas ao turismo que não são aproveitadas hoje em dia, pelo motivo do abandono que a Baía da Guanabara está passando neste momento:

1 - Social:

Ponto importante é a utilização da Baía como Skyline (terminal marítimo de passageiros), que será a travessia através de Ferrys para o transporte de turistas, como exemplo existente em Manhatam (EUA), sendo a mais famosa do mundo.

2 - Esportivo:

As atividades esportivas no Rio de Janeiro são grande ponto de atenção deste projeto, pois, com a Baía de Guanabara desobstruída, será possível promover eventos esportivos (campeonatos nacionais e internacionais) de esportes náuticos (como remo, canoagem, natação de aguas abertas, velas, dentre outros) que impulsionarão ao turismo da Cidade do Rio de Janeiro durante os eventos. Contando também com o agregado que explora outras atividades na ocasião em que os referidos eventos acontecem (hotelarias, restaurantes, bares, transportes, dentre outros).

3- Logístico:

É possível criar hidrovias para transporte coordenado de cargas, combustíveis e commodities em gerais, de maneira sustentável e econômica, que hoje acontecem exclusivamente por terra e com gastos muito mais elevados (além do já conhecido impacto poluente desses tranportes a combustão). Será possível também com os Ferry aplicados, utilizar as hidrovias para desafogar o tráfego da ponte Rio - Niterói - RJ.